Depois de 1 dia inteiro pensando no assunto, eu volto a subir no muro, e as lagrimas escorrem, me lembro de quando ele chegou pra mim, pedindo pra conversa, agora caiu a ficha de como ele sabia tanto sobre mim, no final, eu havia pensado muito, e então resolvi ir a casa dele, eu conhecia bem o local, me dava muito bem com a mae e com o pai dele, por isso eu sempre tinha uma desculpa para ir visita-lo, mais sempre que eu ia lar ele dava de ombros e saia, ia "jogar futebol" com os amigos, era realmente muito irritante, quando eu cheguei e bati na porta da casa dele, tudo que eu pensei foi " não deixar o sentimento de pena transbordar, não deixar o sentimento de pena transbordar." eu quebri o silencio da casa, ouvi as batidas da porta ecooarem pela casa, achei que nao tinha ninguem lá, quando virei as costas, ouvi um ecoo maior ainda, era algo como "Pode entrar" mais não era como aqueles dias felizes do qual os pais dele gritavam da cozinha com um tom alegre, o tom era mais ou menos o de alguem que avia acabado de tranbordar em lagrimas. Eu entrei, e me sentei ao lado do pai dele, a mae dele havia saido pra providenciar as coisas do interro,estava tud otão quieto, tão calmo, algo que nao era comum naquela casa, onde vivia tendo festas, ou gritaria, tando de raiva, quando felizes, de repente, algo quebra o silencio, algo como se alguem tentasse dizer " Vamos, converse, console ele."
Uma brisa, uma leve brisa suave, bate aos sinos do vento e fazem uma bela melodia que ecooam pela sala, eu olhava para a TV desligada, quando ouço:
-E-ele, amava muito você, pode crer que se ele tivesse que escolher entre a propria vida e você sem sessar ele escolheria você, não sabe como é dificil falar tudo no tempo " passado " mas sinto como se ele ainda estivesse aqui, aqui conosco... - disse o pai dele, com mais e mais lagrimas no rosto.
-Eu não, não consigo imaginar o tamanho do seu sofrimento mais, eu o amava muito tambem, eu tambem sinto com o se eles estivesse vivo, e de certa forma ele está vivo, em nossos corações - eu respondo, com um ar de " eu queria que ele estivesse aqui, por que eu fui burra e tive tanto medo"
O senho me abraça, ainda chorando muito ele diz a mim:
-Uma vez, não, não, da primeira vez que você veio aqui, ele perguntou tudo sobre você e disse que ele conhecia você da escola, e gostava muito de você...
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